quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

125 - Mawdryn Morto-Vivo

Divulgação
Mawdryn Morto-Vivo, ou Mawdryn Undead, é o terceiro arco da 20ª Temporada e foi transmitido originalmente entre 1 e 9 de Fevereiro de 1983.

Sinopse:

Um aluno de uma escola pública de Brendon, Turlough, um alienígena preso na Terra, leva o carro clássico de um professor de matemática para dar uma volta, mas acaba ocasionando um acidente. Enquanto está inconsciente, o Guardião Negro contata Turlough, que procura um meio de matar o Doutor por sua interferência em relação à Chave do Tempo. O Guardião oferece a Turlough a oportunidade de sair da Terra se matar o Doutor, e ele aceita.

O Doutor, Tegan e Nyssa, a bordo da TARDIS, veem-se presos no teletransporte de um cruzeiro estelar que está preso no tempo. Materializando-se a borda da nave, encontam uma cápsula de transmat como fonte da interferência que fez a TARDIS ficar presa. É quando Turlough une-se aos três, sob as ordens do Guardião Negro.

Notas do Revisor:

Todas as história da 20ª temporada apresentam inimigos que apareceram anteriormente na série. O inimigo desta e das próximas duas histórias, é o Guardião Negro, o vilão da 16ª temporada, que girou em torno da Chave do Tempo.

Este arco apresenta o retorno do brigadeiro Lethbridge-Stewart, que não aparecia na série desde Terror dos Zygons, e, em um raro caso de menção de datas na linha temporal da UNIT, o brigadeiro diz que Benton abandanou a unidade em 1979 e tornou-se vendedor de carros usados, e que Harry Sullivan foi designado para fazer trabalhos secretos para o governo em algum momento anterior a 1983. O arco também estabelece que o brigadeiro abandonou a UNIT em 1976 e tornou-se professor, ainda que nos dois últimos arcos em que ele aparece na série, estabeleça-se que o brigadeiro tenha voltado para a organização.

Mawdryn Morto-Vivo deixa claro pela primeira vez de forma explícita na série que o Doutor atual está em sua quinta encarnação. O Doutor diz claramente que lhe restam oito encarnações depois da atual, confirmando que não houve encarnações anteriores à primeira televisiva interpretada por William Hartnell.

O Doutor cita o "Efeito de Limitação Blinovitch" como o motivo da descarga de energia temporal resultante do encontro entre os dois brigadeiros. Isso foi mencionado pela primeira vez em Dia dos Daleks. Entretanto, esse efeito não parece afetar os Senhores do Tempo, ou o mínimo que seja, já que o Doutor encontrou-se com suas encarnações anteriores em muitas ocasiões e o envelhecimento dessas encarnações poderia ser uma explicação a isso.

Mawdryn Morto-Vivo foi uma substituto para um roteiro anterior, A Canção da Baleia Espacial (The Song of the Space Whale), de Pat Mills. Esse roteiro caiu quando Pat e o editor de roteiros Eric Saward não chegaram a um acordo a respeito a certos elementos da história. Em seu lugar, Peter Grimwade produziu rapidamente Mawdryn Morto-Vivo para tapar o buraco na produção e proporcionar, assim, a primeira entrega da trilogia do Guardião Negro.

A intenção original da equipe de produção era que Ian Chesterton, um dos membros regulares do elenco nas duas primeiras temporadas, de 1963 a 1965, voltasse como convidado nesta história, daí o cenário de uma escola, já que Ian era professor de ciências, e que o brigadeiro tivesse outro dispositivo de localização da TARDIS. Infelizmente, o ator William Russell não estava disponível. Depois de pensarem inicialmente em reutilizar o personagem de Harry Sullivan, regular da 12ª temporada, decidiu-se finalmente recuperar o brigadeiro Lethbridge-Stewart.

Angus MacKay apareceu anteriormente em O Assassino Mortal. E John Nathan-Turner pensou que o cabelo de Mark Strickson, loiro, não ficava bem comparado com o cabelo loiro de Peter Davison. A princípio, ele pediu a Mark que raspasse a cabeça, mas, quando o ator negou, John decidiu que ele tingisse o cabelo de vermelho.

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